quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Para fazeres o teu presépio

Aqui ficam algumas imagens para recortares e fazeres o teu presépio
Beijinhos com sabor a Natal

 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Poesias de Natal

Aqui vão algumas poesias de Natal, para vocês aprenderem!
Espero que gostem.
Beijinhos

                                                  
  Hoje é dia de Natal





                                                            

Hoje é dia de Natal
Mas o Menino Jesus
Nem sequer tem uma cama,
Dorme na palha onde o pus.


Recebi cinco brinquedos
Mais um casaco comprido.
Pobre Menino Jesus,
Faz anos e está despido.


Comi bacalhau e bolos,

Peru, pinhões e pudim.
Só ele não comeu nada
Do que me deram a mim.


Os reis de longe lhe trazem
Tesouro, incenso e mirra.
Se me dessem tais presentes
Eu cá fazia uma birra.








Às escondidas de todos
Vou pegar-lhe pela mão
E sentá-lo no meu colo                                     

Para ver televisão.




 Desconheço o autor. Já faz parte das minhas poesias há muitos anos!


 Quando Chega o Natal






Quando chega o Natal,
anda um cheirinho no ar.
Tudo é especial,
apetece-nos cantar.





















Ai que cheirinho a filhós
rabanadas, bolo-rei;
de tudo gostamos nós,
de bacalhau já não sei.




Luísa Ducla Soares,
Conto Estrelas em Ti, Campo das Letras 

sábado, 21 de novembro de 2009

O Anjinho Fios de Prata



O Anjinho Fios de Prata


Peça apresentada na Festa de Natal
Adaptação de : Educadora Quica

Era uma vez, um Anjinho que vivia no céu.
Era um Anjinho um bocadinho especial, porque era um Anjinho muito bonito! Tinha um vestido feito de estrelas e os cabelos eram muito compridos e brilhavam tanto, tanto, que pareciam fios de prata. Por isso toda a gente lhe chamava Anjinho Fios de Prata!
Tal como acontece na terra às pessoas que são bonitas demais, o Anjinho Fios de Prata era um bocadito vaidoso e tinha a mania que era o melhor Anjinho à face do Céu e da Terra!
Os melhores amigos do Anjinho eram as Estrelas do Céu, que eram todas muito amigas umas das outras e passavam o dia a dançar e a arranjar os vestidos para à noite as crianças da Terra as verem bonitas e brilhantes!
Mas o Anjinho Fios de Prata não gostava muito de as ver brilhar! Então…
Puxava-lhes os vestidos
Tentava arrancar-lhes as estrelas do cabelo,
Puxava-lhes os totós,
Não as deixava em Paz!
E passava a vida a dizer:
- Eu sou muito mais bonito que vocês! Eu tenho cabelos de Prata!
Tantas vezes ele fez isso, que as estrelinhas começaram a ficar tristes e a perder o brilho! Até perderam a vontade de dançar!
O S. Pedro que é o Guarda do Céu, quando soube o que se passava ficou muito zangado perguntou às estrelinhas:
- O que é que se passa?
. Então as estrelinhas disseram ao S. Pedro que estavam muito tristes e apontavam o dedo para o Anjinho Fios de Prata e diziam:
- Foi Ele! Foi o Anjinho Fios de Prata!
O S. Pedro nem queria acreditar!
Foi ter com o Anjinho e deu-lhe um grande sermão!
Mas como o Anjinho não parecia estar nada arrependido, apontou a sua chave e disse:
- Vais já para a Terra! Vais aprender a portares-te bem!
O Anjinho Fios de prata quando ouviu aquilo ficou muito aflito e disse ao S. Pedro:
- Eu não quero ir, eu não quero ir!
Mas o S. Pedro muito Zangado voltou a dizer:
- Vais e vais mesmo!
Foi ter com as estrelas, deu-lhes a mão, e levou-as com ele para tratar da sua tristeza!
O Anjinho sentou-se no chão a chorar, ele nem queria acreditar no que lhe estava a acontecer!
 ( No Pólo Norte)
Quando o Anjinho abriu os olhos viu logo que já não estava no Céu. Não via as estrelinhas em lado nenhum, e estava muito frio, tudo coberto de neve!
O anjinho tremia de frio, parecia que as suas asas iam congelar, então de repente reparou numa coisa que ainda não tinha visto! Havia brinquedos por todo o lado, ainda ele estava espantado a olhar, quando viu chegar umas pessoas muito engraçadas que se apressaram a trabalhar!
Eram os Duendes do Pai Natal, que estavam a acabar os brinquedos das crianças. Todos sabiam o que deviam fazer e estavam todos em Paz uns com os outros. O Anjinho estava tão pasmado com aquilo tudo, que nem deu conta de chegar o Pai Natal que deu uma gargalhada!
- Oh!Oh!Oh!
O Anjinho apanhou um grande susto! E perguntou:
- Tu és o S. Pedro da Terra?
O Pai Natal respondeu:
- Oh!Oh!Oh! És um Anjinho muito engraçado! O que estás aqui a fazer?
O anjinho estava muito envergonhado, mas respondeu:
- O S. Pedro do Céu mandou-me de castigo para a Terra, para eu aprender a viver em Paz com todos!
- Eu sou o Pai Natal, queres-me ajudar a acabar as prendas?
O Anjinho respondeu:
_ Quero, quero, que bom!
E ficou muitos dias a trabalhar com os duendes e o Pai Natal! Então um dia o Pai Natal disse-lhe:
- Hoje é noite de Natal, queres ir comigo entregar as prendas às crianças?
O anjinho nem queria acreditar! Disse muito contente:
- Quero, quero, Finalmente vou conhecer as crianças!
O Anjinho e o Pai Natal pegaram cada um no seu saco. O Pai Natal foi para a América e o Anjinho Fios de Prata foi para uma Aldeia que se chamava “ Aldeia da Paz”.
 (Na Aldeia da Paz)
Quando o Anjinho chegou à Aldeia da Paz, atarefou-se logo a distribuir as prendas pelas casas das crianças, depois, como ainda era muito cedo, resolveu ir conhecer melhor a aldeia. Ele estava muito admirado! Nunca tinha visto tantas casas juntas! No Céu não havia aldeias, e no Pólo Norte só tinha visto a casa do Pai Natal! Mas havia outra coisa que o anjinho ainda não tinha visto, As Crianças!
 Pôs-se a espreitar às janelas e o que viu deixou-o admirado! As crianças estavam sentadas à mesa a comer bacalhau com batatas e rabanadas, e portavam-se todas muito bem! Parecia ser uma noite de Paz!
Então o Anjinho foi ver se encontrava alguém com quem falar, será que na aldeia da Paz estava toda a gente a jantar àquela hora?
Ah! Afinal não! O Sr. Pasteleiro, estava na pastelaria dele e parecia muito atarefado. Estava sozinho a acabar o bolo-rei para as pessoas da aldeia comerem depois da Missa do Galo, mas estava a ver que não conseguia fazer bolo-rei para todos, porque o ajudante dele estava constipado e não podia trabalhar
O Anjinho que estava a aprender a ser amigo de todos, foi ajudar o Sr. Pasteleiro.
Trabalhou, trabalhou, estavam os dois cansadíssimos, mas felizes! Largaram as colheres. Tinham conseguido!
O Pasteleiro deu um abraço ao anjinho, disse-lhe obrigada e deu-lhe uma caixa com um bolo-rei para ele comer.
 O Anjinho estava muito feliz! Tinha conseguido ajudar o Pasteleiro! Ia procurar o Pai Natal que tinha ficado de o ir buscar quando voltasse da América, quando ouviu um barulho na rua! Eram as crianças da escola, que iam fazer um teatro de Natal! O Anjinho achou que o Pai Natal podia esperar um bocadinho e sentou-se no chão a ver as crianças.
Primeiro viu chegar a vaquinha e o burrinho!
Depois, viu chegar alguém que ele conhece muito bem! A Maria e o José, com o Menino Jesus ao colo!
Logo a seguir, apareceu o pastor com as ovelhinhas, que vinham adorar o Deus Menino.
E os três Reis-Magos que vinham do deserto, oferecer ouro, incenso e mirra.
Parecia que já estava tudo, mas o José não parava de espreitar! Faltava o Anjo! Onde é que se teria metido o Anjo?
Então o Anjinho, deu uma corridinha e foi ele substituir o anjinho que tinha faltado! Como todos estavam felizes! Mas o José ainda estava aflito, faltava alguém!
Onde é que estavam as meninas que vinham cantar ao Menino Jesus?
Ah! Ali vinham elas!
Agora sim! Estava tudo completo. O Anjinho despediu-se dos seus amigos, já era muito tarde, tinha que ir ter com o Pai natal! Mas quando chegou ao final da aldeia, viu uma casa que ele não tinha visto ainda! Era uma casa muito pobrezinha, quase que não tinha luz! O anjinho espreitou, e o que viu, deixou-o muito triste e com vontade de chorar! Naquela casa morava uma avozinha com os dois netinhos. Não tinham mesa de Natal, nem presépio, nem árvore de natal, ou luzinhas como nas outras casas. E ele que já não tinha presentes para dar! O que é que ele havia de fazer?
De repente lembrou-se! AH! Já sei! No outro lado da aldeia tinha visto uns pinheirinhos que tinham sobrado da venda, e resolveu ir buscar um!
Ele era muito pesado e o Anjinho teve de fazer um esforço enorme para o transportar, mas por fim lá o conseguiu levar par casa dos meninos que já estavam a dormir no colo da avó.
O Anjinho disse à avó para ela não fazer barulho e pôs o pinheirinho ao pé dela. Deu uns passinhos para trás para ver como ficava, mas ainda não estava bem! Faltava alguma coisa! Faltava enfeitar o pinheirinho! O Anjinho bem olhava para todo o lado mas não via nada que pudesse servir para enfeitar o pinheirinho, então teve uma ideia! As estrelas do seu vestido! Pegou nelas uma a uma e começou a enfeitar o pinheiro. Por fim, deu um passinho atrás para ver como tinha ficado.
Estava muito bonito, mas faltava o brilho das luzes!Brilho? Brilho? Claro! Os seus cabelos! Pediu à avó uma tesoura e com a ajuda dela, Zás! Cortou os seus cabelos bonitos e brilhantes e pô-los na árvore que ficou logo bonita e cheia de Luz!
Agora sim! Mas ainda faltava uma coisa! A caixa do bolo-rei que o Sr. Pasteleiro lhe tinha dado! Foi dá-la à avó que lhe deu um beijo como só as avós sabem dar!
O anjinho estava tão feliz que nem viu que o Pai Natal estava ali a ver tudo. Então ele disse-lhe:
- Estou muito contente contigo! Fizeste uma boa acção! Já podes voltar para o Céu!
Então, ouviu-se a música das estrelinhas! O Anjinho olhou e viu o S. Pedro que o chamava, e as estrelas, e os duendes!
O anjinho correu para eles, deu-lhes um grande abraço! Afinal podia ir passar o Dia de Natal com a sua família que eram as estrelinhas. E agora já se sabia portar bem!
Fim


Espero que tenham gostado! vou ver se alguém me ensina a por aqui o video do teatro que as minhas estrelinhas fizeram!

Agora, aqui fica um desenho para vocês imprimirem e pintarem
Beijinhos com sabor a...filhoses









sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Um email para o Pai Natal


Clique aqui para mais Glitters Gifs Animados


A Rena Rodolfo


Era uma vez, uma rena pequenina que vivia numa terra muito fria, no Pólo Norte.
Era uma rena muito especial, porque não gostava muito de andar lá fora aos pinotes e às piruetas com os seus irmãos e irmãs.
A rena Rodolfo gostava muito de ajudar o pai a arranjar as cadeiras que os irmãos partiam, a pôr quadros na parede, a pôr a mesa para o almoço e para o jantar e outras coisas que as renas pequenas não gostam muito de fazer.
Mas, o que a Rena Rodolfo gostava mesmo, mesmo, era de se sentar no computador, ligar a NET e conhecer coisas de outros países.
Um dia, a Rena Rodolfo viu na NET um pedido muito interessante:” Precisa-se Rena! contactar painatal@polo-norte.pn”.
A rena Rodolfo ficou a olhar para aquela mensagem, sem saber se havia de responder ou não. De repente, os irmãos entraram no quarto, deram voltas e reviravoltas, até que viram o que o Rodolfo estava a ver. E foi um reboliço! Todos ao empurrão, foram para o computador para responderem ao anúncio.
No dia seguinte, muito cedinho, o Rodolfo e os irmãos acordaram com o barulho de muitos sininhos a tocar. Levantaram-se foram espreitar à janela e viram o Pai Natal à sua porta.
Os irmãos do Rodolfo puseram logo um carapuço na cabeça e foram lá para fora falar com o Pai Natal.
- Pai Natal, eu tenho muita força para puxar o trenó! – dizia um.
- Pai Natal, eu vejo muito bem à noite! – Dizia outro.
- Pai Natal, eu tenho um pelo muito bonito …
A Rena Rodolfo ficou à porta meio envergonhada, porque nunca tinha falado com o Pai Natal. Ela também gostava muito de poder ajudar a puxar o trenó do Pai Natal, mas tinha tanta vergonha de falar, que não disse nada.
Então, o Pai natal, deu uma das suas gargalhadas:
-OH! OH! OH!  Vocês estão enganados! Eu não preciso de nenhuma Rena para puxar o trenó, já tenho muitas! Eu preciso é de uma rena que perceba muito de computadores!
- De computadores?-  Perguntaram as renas espantadas.
- Sim.- Respondeu o Pai Natal. – Agora os meninos mandam muitos emails para mim, mas eu ainda não tive tempo para aprender a trabalhar com os computadores e não sei responder-lhes! Então, preciso de uma rena que perceba muito de computadores, para ler as mensagens dos meninos atrasados e ir a correr levar-lhes os brinquedos!
Então a rena Rodolfo, que gostava muito de computadores, foi com o Pai Natal para o Pólo Norte, ajudá-lo a ler as cartas que os meninos mandam por email.
História da autoria de Pó de Estrela





Sabias que agora já se podem mandar emails ao pai Natal?
Pois é verdade, e é a Rena Rodolfo que as lê!
Queres mandar um email ao Pai Natal?
Se escreveres, ou fizeres um desenho para o Pai Natal, podias mandar-mo também e fazíamos uma GRANDE Exposição aqui no blog !
Aceitas o desafio?
Eu gostava muito!
Beijinhos com sabor a chocolate!

 

                            Clica, copia, imprime e pinta!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O natal está a chegar! é tempo de fazer coisas bonitas :)


ClickLoco.Com - Veja mais gifs!



Olá Amiguinhos




O Natal, já vem a caminho. Até lá, vou tentar colocar aqui neste cantinho, algumas coisas especiais de Natal. Umas para vocês se divertitrem. Outras, para lerem com muita atenção e perceberem que o Natal, não são só presentes...Há outras coisas muito importantes também.






Até breve.

Um beijinho com sabor a rabanada!




ClickLoco.Com - Veja mais gifs!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

As Fadas



 

As fadas, onde é que elas estão?



Pelas mesmas estradas

Por onde eu caminho

Vão bailando fadas

Dizendo baixinho:


- Se nos deres a mão

se nos procurares

abre-se o portão

para tudo alcançares!


- As fadas? Perguntas-

Onde é que elas estão?


-As fadas?

Mas basta que olhes

Com o teu coração!


As crianças pequeninas

São fadas meninas

As suas mães

São fadas também!



E não achas

Que há fadas escondidas

Nas flores?

Não ficas alegre

Ao veres estas cores?

Não ficas parada

Esquecendo onde ias?



Então?!

São as fadas

Fazendo magias!


E à noite

Quando o soninho aparece

E o beijo da mãe

A tua face aquece

Não as vês?

São as fadas…

Para elas nada esquece…






As crianças,

As flores,

As mães,

As avós,

As educadoras,

Todos os que te dão a mão

Trazem fadas no coração!


As fadas?

Onde é que elas estão?

Adaptado do Livro "Pelo caminho das fadas " de Luísa Barreto


Um beijinho de Fada Lambuzada




terça-feira, 22 de setembro de 2009

A Paz das minhas Estrelinhas

No Dia Mundial da Paz , resolvi mostrar-vos um livro que as minhas estrelinhas  do Jardim de Infância de Valinhos fizeram.

Vendemos muitos livros e depois demos o dinheiro à UNICEF para todas as crianças que passavam fome por causa da falta de Paz.

Também aprendemos que a Paz é feita com as nossas mãos, ao lado da nossa família, dos nossos amigos e dos trabalhos que podemos fazer, para dizermos às pessoas "importantes" para não fazerem tantas guerras.

Outra coisa que aprendemos é que é preciso PERDOAR para que a Paz seja verdadeira.





















Podem clicar nos desenhos para os verem melhor:)

Espero que tenham gostado e que estes desenhos vos ajudem a perceber como  é bom e importante vivermos em Paz

Um Beijinho às minhas Estrelinhas de Valinhos

Para todos os que por aqui passarem, um beijinho cheio de Pó de Estrelinhas da Paz

Vossa Quica

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A tartaruga Ruga



A tartaruga Ruga



A tartaruga ruga , era uma tartaruga muito vaidosa. Andava sempre preocupada com as rugas que tinha no focinhito, por isso é que todos lhe chamavam “Ruga”.

Vivia no fundo do mar, no prado das algas roxas e passava os dias a ler revistas que falavam sobre o que uma tartaruga pode fazer para não ter rugas, o que era um disparate porque as tartarugas têm de ter muitas rugas para serem engraçadas, senão, não têm piada nenhuma.

Ora um dia, para grande espanto da Ruga, vinha numa revista uma notícia de pasmar! – As barbas de tubarão faziam desaparecer as rugas!

A Ruga, nem sabia o que havia de fazer. Ela tinha muita vontade de ficar sem rugas, mas com barbas de tubarão?

Então os seus amigos habituaram-se a ouvi-la dizer:

- Com Barbas de Tubarão? Ai isso é que não! Com Barbas de Tubarão? Ai isso é que não!

Tantas vezes ela repetia isso que os amigos já pensavam que ela estava a ficar totó e até já lhe chamavam “A Ruga Tubarão”!

Chegou o Inverno ao prado das algas roxas, e as tartarugas tiveram que procurar outro mar com água mais quentinha e então despediram-se dos seus amigos peixes e lá foram pelo mar fora a nadar com as suas patitas cheias de rugas, à procura de uma praia quentinha.

Nadaram muitos dias sem parar e um dia, estavam elas a apanhar boleia de uma alga gigante quando viram uma sombra muito grande por cima delas. Era um Tubarão!

Foi um grande reboliço! Cada uma fugia para seu lado com medo do tubarão que devia achar um almoço de tartarugas, um grande manjar!

Num instante, parecia que todas tinham desaparecido, mas a Ruga Tubarão, não! Andava ali à volta do tubarão para ver se consegui subir para cima das costas dele. Ela bem tentava, mas a pele dele era tão lisinha, tão lisinha, que não tinha nem uma ruguinha onde a Ruga se pudesse segurar.

- Ora bolas,- dizia ela já cansada com a corrida – assim tão lisinho também não ! Se não tenho onde me agarrar como é que lhe vou tirar um pêlo das barbas?

Estava tão distraída e preocupada que nem deu conta que o Sr. tubarão se tinha virado e olhava para ela com um ar muito zangado.

- Mas o que vem a ser isto? Uma tartaruga atrevida atrás de mim? – Disse o tubarão com cara de poucos amigos.

A Ruga Tubarão nem teve tempo para pensar, encheu-se de coragem e disse ao tubarão:

- eu só queria um pelinho da sua barba!

- Um pêlo da minha barba? Mas tu és mesmo atrevida!

Se não tivesses tantas rugas que te tornam muito rija, comia-te já! E mesmo assim, à falta de melhor ainda posso tentar!

E abriu a bocarra pronto para comer a Ruga Tubarão.

Mas ela, começou a fugir, a fugir, meteu-se num buraquinho num rochedo e o tubarão não a conseguiu apanhar.

- Ufa! – Disse ela ainda a tremer. Antes quero ser Tartaruga Ruga do que tartaruga comida de tubarão!

A Partir dali, a Ruga já não achava tão mal ter tantas rugas, e em vez de andar atrás de tubarões, começou a fazer cremes de algas que foram um grande sucesso.
Esta história foi inventada por mim, especialmente para as crianças que têm dificuldade em pronunciar a letra R
Beijinhos e divirtam-se




domingo, 19 de julho de 2009

Para relembrar e para o Dinis traduzir para "Amaricano".Para todas as Vovós Babadas




Poesias para crianças pequeninas, (3/4 anos)que devem ser acompanhadas com mimica


(usem a imaginação!)







O Miau

Miau, miau, miau,
é assim
que eu sei falar,
gosto de leite
e de peixinho
mas se me calcam
o rabinho
fico muito zangadinho
e começo a arranhar!
rsrsrsrsrs


Bicho Gato

bicho gato
- o que comeste?
- sopinhas de leite!
- guardaste-me delas?
- guardei, guardei!
- onde as escondeste?
- detrás da arca!
- com que cobriste?
- com o rabo da gata!!!!
Miauuuuuuuuuuu!


A Mamã

eu sou a mamã
do lindo chorão!
Veio de França
veio de avião!
Faz chi-chi na cama
é um porcalhão
mas eu gosto dele...
ele é o meu chorão...



Caracol

caracol, caracol
põe os corninhos
ao sol.
caracol, caracolinho
não andes devagarinho





Espero que tenham gostado !

da próxima vez, são poesias para os mais velhinhos!

Uma beijoquinha lambuzada da vossa Quica (kika)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

A História do Sebastião II

A Chegada do amigo Sebastião


O Sebastião conquistou toda a gente!


Claro que as mães, como sempre até aí, ao outro dia de manhã, já levaram novidades à Quica e como os gnomos passaram toda a noite a dormir nos cabelos delas, vinham cheias sonhoideis mirabulantes.

A mãe da Maria e do Manel , disse que tinha uma arca em casa e que a ia levar para a escolinha, para se guardarem as trapalhadas. A mãe do Mi, disse que tinha montes de "tralhas" que ia levar...e melhor, melhor que tudo, foi a mãe do Manel, que disse que ela ia FAZER o SEBASTIÃO!

Claro que toda a gente ficou entusiasmada. A Aprendeideias, começou logo a escrevinhar num papael, aquilo que era preciso pedir aos gnomos e a Quica recebeu uma ideia do gnomo barretinho amarelo, que pareceu fantástica.

Todos os meninos daquela sala, conheciam a filha da Quica que se chamava Ana, porque ela tinha estado naquela escolinha, durante algum tempo, a tomar conta deles e agora, estava numa ESCOLA de TEATRO!

Não foi preciso mais nada! Ao outro dia, a Ana foi à escolinha, com o Nuno que também estava na mesma escola dela. Sentou-se no chão, com todos os diabretes à volta e disse-lhes assim:

_ Sabem, o Nuno tem um Amigo que se chama SEBASTIÃO e que mora em Paris!(claro que houve logo umas vozitas que disseram" eu sei onde é...já lá fui"), mas o teatro onde ele mora vai fechar e o SEBASTIÃO vai ficar sem casa para morar!

- Oh!- disseram logo os meninos
- Ele pode vir para minha casa, disse o Paulo, eu tenho uma cama onde ele pode dormir!
A Nini também disse:
- Pode vir para a minha, pode vir para a minha! A Quica pequenina, refilou logo:
- Não vai nada para a tua casa! Vai para a minha!

Então a Ana e o Nuno, explicaram que se calhar o melhor era o SEBASTIÃO ficar ali na sala deles, porque assim todos podiam brincar com ele!

_ Sim, sim, Disseram todos. e começaram numa grande berraria, que até a Eduarda, que era a educadora da sala do lado, veio espreitar a ver o que se estava a passar!

Depois deste dia, a Quica, levou muitos livros de teatro para todos os meninos verem e todos os dias ficavam à espera que o SEBASTIÃO desse notícias.


Os Gnomos todas as noites andavam aterefados a construir os sonhoideias da Quica e da aprendeideias e o gnomo do barretinho vermelho, até já tinha perdido alguns cabelos, quando foi ao sotão procurar umas roupas engraçadas que por lá estavam esquecidas.

Então um dia, chegou uma carta! Era do SEBASTIÃO!Dizia que ia chegar nesse dia à noite. Vinha de avião!!!!

E agora? quem ia buscar o Sebastião?
O Manel, que morava perto do aeroporto, disse com uma vozita um bocadinho esquisita:

- A minha casa é pertinho do aeroporto! eu acho que se disseres à minha mãe, ela pode ir buscar o Sebastião! Mas se calhar o Gui não vai gostar dele...(eu acho que ele estava com um bocadito de medo do Sebastião, e então disse que era o Gui!)

Quando a mãe do Manel chegou, combinou-se tudo!

Ao outro dia, estava toda a gente com formiguinhas no rabiote, ninguém estava quieto!

Foi então que bateram à porta!
- noc,noc, Podemos entar?

Ali estava o Sebastião! Que grande que ele era! E que fatiota tão gira, mesmo á moda dos artistas! Até tinha um saco a tiracolo como o Nuno!

Ouviram-se palmas, e começaram todos a cantar:

Sebastião é um grande amiguito
Sebastião é um grande brincalhão
Sebastião já teve um teatrito
e agora
tem o nosso coração!

(esta canção foi inventada pelos gnomoideias)


Assim acabou o II capítulo da História do Sebastião! Qualquer dia há mais, porque ele teve muitas aventuras!

Beijinhos

terça-feira, 9 de junho de 2009

clicar para aumentar
Era para aparecer ao fundo da página!!!...
façam de conta que está no final, tá bem?

Projecto : " A Casa do Sebastião"


Olá

Tal como prometi, vou começar a partilhar algumas das situações que fui vivendo com as minhas estrelinhas ao longo destes 35 anos.

Claro que vou aproveitar para contar histórias, pelo que tudo estrá envolto em magia.

Os projectos são autenticos, vivênciados , registados e guardados por mim ao longo destes anos.

Sempre que possível, adiciono documentos e fotografias.
Espero que gostem!

Um beijinho